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Neste artigo vamos abordar o crescimento do e-commerce em 2020.

O começo de 2020 foi marcado por incertezas, com um cenário que muitos de nós nunca presenciaram, observamos uma série de preocupações não apenas com a saúde de muitos, mas também com seus CNPJs, uma vez que a fim de evitar aglomerações, lojas físicas foram obrigadas a fechar.

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Apesar das incertezas que março de 2020 causou em muitos lojistas, o e-commerce bateu recordes de vendas neste ano e as pessoas nunca compraram tanto online quanto compraram em 2020.

Já no primeiro semestre de 2020, o e-commerce bateu recordes de faturamento, que superavam os de grandes datas comemorativas como a Black Friday.

Com a liberação da 43ª terceira edição do Webshoppers, realizado pela EbitNielsen, podemos analisar um contexto geral do crescimento do e-commerce em 2020.

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Aumento no faturamento

Muitas lojas foram obrigadas a se digitalizarem para poderem continuar suas operações, e muitas pessoas foram obrigadas a fazerem as compras online, uma vez que a saídas de casa eram restritas.

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Dessa forma, tivemos grande aumento no faturamento do e-commerce em 2020. Com uma variação de 41% em relação a 2019, o e-commerce do ano da pandemia celebrou um total de 87 bilhões em faturamento.

O grande influenciador do aumento do faturamento online é devido ao aumento no número de pedidos online.

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crescimento do e-commerce em 2020

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Sem poder sair de casa, mesmo os consumidores mais resistentes à tecnologia se viram obrigados a realizar compras pela internet, seja de produtos de necessidade básica ou de consumíveis.

Assim, também observamos a inserção de aproximadamente 13 milhões de novos consumidores online.

Já para o meio do ano, um relatório do Mercado Livre apontava mais de 5milhões de novos consumidores na América Latina.

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O aumento do ticket médio, isto é, a média do valor de compras por carrinho também passou por aumento em 2020.

Com variação de 8% em relação a 2019, o ticket médio ficou em torno dos R$450.

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O aumento do ticket médio simboliza maior número de itens por carrinho em cada compra.

Ou seja, ao invés de os consumidores fazerem eventuais compras na internet quando encontram boas oportunidades, o consumo online tornou-se prioridade durante a pandemia.

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Os principais segmentos de 2020

A exceção do setor de automotivos e bebidas, o restante dos segmentos analisados tiveram variação positiva em 2020.

O grande destaque para o setor de Petshop, este obteve variação de 143% em quantidade de pedidos e 108% no faturamento.

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Com o home office instaurado nas empresas, as pessoas ficaram mais tempo em casa não apenas com suas famílias, mas também com seus pets.

Dessa forma, sobrou mais tempo para investir em lazer junto ao pet através de brinquedos, comida e acessórios para os bichinhos.

Setores como informática, casa e decoração, lojas de departamento e esportivo também se destacaram durante o ano de 2020 com variações de pedidos e faturamento na média dos 30%.

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Os setores que visavam trazer um maior conforto para as atividades dentro de casa sejam para o trabalho ou para o bem-estar físico e mental ganharam espaço durante o período de incertezas.

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Afinal, confinados em casa durante boa parte do ano, as pessoas focaram em investir mais em bem estar, além de infraestrutura para adaptação do escritório para casa.

Seja transformar um quarto ou um canto da casa em um novo office a criar formar criativas para exercitar-se dentro de casa.

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O poder das redes sociais para encontrar produtos

Em 2020, os buscadores e as redes sociais foram os meios mais utilizados para encontrar lojas e produtos.

As principais buscas por produtos são realizadas em navegadores como o Google, especialmente quando o consumidor busca oportunidades e promoções que cabem em seus bolsos.

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crescimento do e-commerce em 2020

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Daí a importância de fazer as configurações Google com expertise para o que buscador encontre sua loja e seus produtos anunciados.

Ainda em 2020 o Google liberou a função shopping com anúncio gratuito para os lojistas.

A surpresa foi a importância das redes sociais para as lojas.

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A grande influência dessas redes já não é mais novidade para os usuários, afinal, influenciadores que nasceram dentro das redes sociais já possuem mais alcance que celebridades da televisão tradicional.

E não possuir redes sociais agora se provou um erro tanto no planejamento da sua loja, quanto na comunicação com seus consumidores.

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Além de um canal a menos para divulgar produtos e serviços, cria desconfiança por parte dos consumidores.

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O mobile no crescimento do e-commerce em 2020

Com a contabilização da internet móvel, mais de 50% da população brasileira possui acesso à rede.

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crescimento do e-commerce em 2020

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E dessa forma, não era para menos que a porcentagem do mobile commerce ou m-commerce crescesse e fosse significativa durante a pandemia.

Com o share de faturamento em 52% em 2020, o mobile cresceu aproximadamente 10% em comparação ao ano anterior.

O número de pedidos também representa acima dos 50%, com crescimento de quase 9% em relação a 2019.

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Apesar de estarem em casa com fácil acesso ao dispositivo desktop, muitos ainda preferem finalizar as compras via mobile, seja pela facilidade ou agilidade.

As classes C e D que representam grande parcela das comprar no Brasil também conseguiram grande poder de compra graças ao mobile, uma vez que tornou-se um item indispensável no dia a dia da população, não apenas para conectar-se com as pessoas, mas para realizar as mais diversas tarefas.

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Com representatividade em mais de 50% das compras online, o e-commerce precisa ser responsivo e estar apto à atender qualquer dispositivo para finalização de compras.

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O crescimento do e-commerce em 2020

Em conclusão, o crescimento do e-commerce em 2020 superou expectativas e o desespero inicial de muitos empreendedores online.

Com o número histórico de faturamento, fechamos o ano em 87 bilhões de reais faturados e com possibilidade para muito crescimento ainda, visto que um ano depois a pandemia não está próxima do fim, para nosso país.

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Por um lado, as restrições de aberturas de lojas físicas impulsionaram o crescimento do e-commerce brasileiro, que antes representava apenas 5% do varejo físico.

As restrições de circulação também trouxeram a facilidade das compras online para muitos shoppers, atingindo o número de 13 milhões de novos compradores.

O frete grátis continua sendo uma ótima estratégia para impulsionar as vendas online, bem como o bom proveito das datas comemorativas.

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